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terça-feira, 10 de agosto de 2004

Lutar contra os hábitos

Já Aristóteles dizia que o homem é um animal de hábitos... e eu não tenho nada contra eles, note-se. Aliás, o hábito é essencial à vida... pois imaginem o que seria termos de fazer tudo como se fosse a primeira vez... todas as vezes que o fizéssemos: a vida tornar-se-ia impossível! A nossa mente não aguentaria ter de processar tanta informação em tão curto espaço de tempo... constantemente!

Mas não é sobre isso que eu queria escrever. Se o assunto vos interessar, não faltará informação por aí para se poderem documentar.

Quando falo em lutar contra os hábitos... falo de coisas como deixar de usar relógio no pulso, agora em tempo de férias. E eu gosto imenso de relógios... e tenho vários!
Eu era um daqueles tipos que até para dormir não tirava o relógio. Hábitos que se adquirem não sei bem como nem porquê! Se calhar a culpa foi daquele relógio que o meu padrinho me ofereceu e que tinha ponteiros luminosos... que eu gostava tanto de ver brilhar no escuro! :)

A primeira luta, que não custou vencer, foi tirar o relógio para dormir.
A luta de agora é conseguir passar dias e semanas sem colocar o relógio no pulso. A sensação tem sido agradável... mas não deixa de ser um pouco estranha! Se é verdade que estou de férias e não tenho horários para cumprir, a verdade é que tenho outros compromissos que não posso falhar, como o horário das refeições da Raquel.
Mas para isso vou tendo, para além dos seus "pedidos", o relógio no cantinho do monitor do PC... ou o mostrador do micro-ondas... ou o telemóvel... ou o relógio em cima da secretária... ou o sinal horário das rádios e das TV's!
Estão a ver? Até pode ser fácil tirar o relógio do pulso, mas não é nada fácil combater o hábito de regularmos a nossa vida pelo relógio! Seja ele qual for, esteja ele onde estiver!...
O estilo de vida moderno, as necessidades do tipo daquelas que citei acima, os horários do emprego, dos autocarros, dos comboios, dos nossos programas preferidos da TV, dos encontros que marcamos com os amigos... pura e simplesmente não nos deixam viver sem relógio!
E eu confesso que tenho saudades daqueles tempos da minha meninice, quando os meus ouvidos ignoravam os chamados da minha mãe e eram os roncos do meu estômago esfomeado que me mandavam para casa! :)

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